sexta-feira, 12 de abril de 2013

Técnico de Tsonga afirma: 'Ele crê que pode conquistar um Grand Slam'

Francês afirma que sempre jogou bem na grama e cita Wimbledon como uma das metas. Antes, ele disputa torneios no saibro, entre abril e maio.


tsonga tênis Wimbledon (Foto: Getty Images)Jo-Wilfried Tsonga aguarda com ansiedade a série de torneios na grama. Isso porque, de acordo com o técnico do número 8 do mundo, Roger Rasheed, o francês se diz capaz de conquistar um Grand Slam na carreira. E Wimbledon seria o grande foco do tenista para cumprir a meta.
Tsonga já esteve perto de um título de Grand Slam, mas bateu na trave na única vez que disputou uma final dos quatro mais importantes torneios do tênis profissional. Em 2008, ele acabou perdendo a decisão do Aberto da Austrália para o sérvio Novak Djokovic. Desde então, chegou na semifinal do mesmo torneio, em 2010, e às semis de Wimbledon, em 2011 e 2012.
- Jo já disputou uma final de Grand Slam e acredito que ele é um jogador que pode levar um título de Grand Slam. O bom é que ele é um tenista que também crê que pode conquistar um - revelou o treinador.

Francês afirma que sempre jogou bem na grama
(Foto: Getty Images)
Em seu site oficial, Tsonga aponta a quadra rápida como sua favorita, mas a grama parece ser o piso mais desejado por ele no momento. Diante dos dois bons desempenhos mais recentes em Wimbledon, o francês já pensa no primeiro torneio que vai jogar na grama nesta temporada, o ATP de Londres, em junho.
- Sempre joguei bem na grama. Espero ganhar torneios no piso, então vamos ver o que vai acontecer em Londres e em Wimbledon - comentou o jogador.
Antes das séries de competições na grama, Tsonga terá o saibro pela frente. Ele disputa o Masters 1000 de Monte Carlo, na próxima semana, e segue a agenda com o Masters 1000 de Madri, o Masters 1000 de Roma e o Grand Slam de Roland Garros.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Sem previsão de retorno às quadras, Nadal revela ter síndrome de Hoffa

Fora das competições desde junho, espanhol diz que só voltará a jogar quando inflamação crônica nos joelhos estiver completamente curada.



Longe das quadras desde a precoce eliminação no Torneio de Wimbledon, em 28 de junho, o espanhol Rafael Nadal revelou nesta sexta-feira que sofre da síndrome de Hoffa - uma inflamação crônica na gordura dos joelhos, atrás do tendão patelar. O problema foi o responsável por deixá-lo fora dos Jogos Olímpicos de Londres, dos Masters 1.000 de Toronto e Cincinnati e do US Open, que acontece de 27 de agosto a 9 de setembro. Mesmo sem disputar torneios importantes há quase dois meses, o atual número 3 do mundo garantiu que não está preocupado com a perda de posições no ranking da ATP, e contou que não tem pressa para voltar. Agora, Nadal só pretende participar de competições oficiais quando estiver totalmente recuperado.

- A essa altura da minha carreira, (ranking) não é o mais importante. Agora, o mais importante é me recuperar bem, e meu joelho ainda não está preparado para competir em um Grand Slam – revelou à agência EFE o tenista de 26 anos, que no Grand Slam americano defende 1.200 pontos pelo vice-campeonato de 2011.

A recuperação não tem prazo definido. Por isso, a presença de Nadal na semifinal da Copa Davis, entre os dias 14 e 16 de setembro, ainda é dúvida. O próprio espanhol preferiu não criar expectativas.
- Vou tentar me recuperar o mais rápido possível para voltar me sentindo bem, garantindo que possa competir e treinar melhor. Isso que me faz feliz, quando jogo sentindo que posso forçar meu físico o quanto quiser. Hoje, não me sinto preparado para isso - disse.
A síndrome de Hoffa se manifesta nos joelhos, atrás do tendão patelar e abaixo da patela. A doença tem como causa principal a repetição de movimentos, responsável por microtraumas na chamada gordura de Hoffa, que inflama e incha, provocando dor. O diagnóstico, no entanto, não assusta Nadal, que também garante que este não é seu pior momento na carreira.
- O momento mais difícil em termos de lesão foi em 2005, com a do pé (inflamação). A de hoje está controlada dentro do possível. Vamos ver como evolui. O que acontece é que talvez esse seja meu maior tempo parado no meio da temporada, já que em 2005 foi no final do ano - comentou.

Duas viradas e um quase na NFL



O New York Giants marcou 25 pontos no quarto período para derrotar o Tampa Bay Buccaneers por 41 a 34. Michael Vick correu para marcar um touchdown a 1min55s para garantir a vitória do Philadelphia Eagles sobre o Baltimore Ravens. E o New England Patriots, depois de estar 11 pontos atrás no último quarto, desperdiçou um field goal nos últimos segundos, ficou no quase e perdeu para o Arizona Cardinals em casa.

O mais curioso da participação de Stephen Gostkowski no jogo no Gillette Stadium, em Foxboro, é que o kicker foi responsável pelos primeiros 12 pontos dos Patriots, acertando quatro field goals (de 46, 34, 51 e 53 jardas). Mas, faltando 6s para o fim do confronto, ele teve a chance da vitória em seus pés, mas chutou para longe a oportunidade em uma tentativa de 42 jardas. Melhor para o Arizona, que venceu por 20 a 18.

- É um jogo coletivo e certamente não deveríamos deixar para decidir nesta situação. Foi por pouco. Tivemos oportunidade de fazer jogadas e não fizemos. Apenas fomos muito inconsistentes durante o dia para colocar pontos suficientes no placar – disse Tom Brady.



No MetLife Stadium, em Nova Jersey, o Tampa Bay Buccaneers marcou 21 pontos no segundo quarto, chegou a abrir 27 a 13 no início do terceiro período, mas viu o New York Giants ter uma grande reação, com direito a touchdown de 80 jardas de Victor Cruz após passe de Eli Manning e conversão de dois pontos em corrida de Andre Brown para empatar o duelo em 27 a 27. Brown voltou a aparecer bem, a 31s do fim, correndo duas jardas para fazer o touchdown da vitória: 41 a 34.

Eli, aliás, terminou a partida com 31 passes certos em 51 tentativas, 510 jardas, três touchdowns e três interceptações.

Na Filadélfia, no Lincoln Financial Field, o Philadelphia Eagles mostrou que pode chegar longe, mas que vai fazer a torcida sofrer no caminho. O time voltou a cometer muitos turnovers – foram quatro neste domingo – e novamente conseguiu uma vitória no fim e por um ponto de diferença. Correndo, o quarterback Michael Vick marcou um touchdown de uma jarda a 1min55s do fim, e depois a defesa segurou o ataque do Baltimore Ravens para ganhar por 24 a 23.

Clemilda Fernandes fica em 16º no Mundial de ciclismo, na Holanda

Única brasileira na competição, matogrossense completa a prova em 35m46s. Alemã, americana e neozelandesa formam o pódio da competição.


A ciclista número 1 do Brasil, Clemilda Fernandes, finalizou sua participação no Mundial de Limburg, na Holanda, nesta terça-feira. A atleta, que foi a única brasileira classificada para a competição, ficou na 26ª posição do contra-relógio, completando os 24,1km da prova em 35m46s24. Nos Jogos Olímpicos de Londres, a matogrossense também foi a representante brasileira desta mesma prova, mas teve um desempenho melhor, terminando com o 18º tempo.
As duas primeiras colocadas foram iguais às de Londres, porém inverteram as posições no pódio. A alemã Judith Arndt fez 32m26s46, o melhor tempo da prova, e sagrou-se campeã mundial, enquanto a americana campeã olímpica Evelyn Stevens terminou com 33m00s23, em segundo. A novidade em relação ao pódio olímpico foi a neozelandesa Linda Melaine Villumsen, que chegou à terceira colocação do Mundial após completar o percurso em 33m07s03.


ciclismo Judith Arndt campeã mundial (Foto: AP)Alemã Judith Arndt é campeã mundial.

'Mais bela gaúcha', Luciane concilia carreiras e sonha até com Rio 2016

Vencedora de concurso de beleza, central gaúcha revela negociação para retornar à Superliga e mostra desejo de disputar Olimpíadas.


Vôlei e moda são paixões de infância da gaúcha Luciane (Foto: Túlio Moreira / Globoesporte.com)

Com a desenvoltura de quem transita com facilidade entre as passarelas da moda e as quadras de vôlei, Luciane Escouto se equilibra entre suas duas maiores paixões. Gaúcha de São Leopoldo, a central de 25 anos ficou famosa após vencer mais de cinco mil concorrentes em um concurso que escolheu a mais bela do Rio Grande do Sul, mas não abre mão de buscar seu espaço nas quadras.
Depois do sucesso no concurso de beleza, a jogadora tenta conciliar as carreiras de modelo e jogadora, e não se arrisca a escolher entre uma ou outra. Até o dia 7 de outubro, data da final do Campeonato Carioca de Voleibol Feminino, o foco estará no Fluminense. A convite do técnico Hylmer Dias, a atleta e modelo defenderá o clube tricolor em seu retorno ao vôlei feminino, após quatro anos de ausência.
- Agora meu foco está no Fluminense. Mas estou conversando com outro time e, provavelmente, devemos acertar minha contratação esta semana, para jogar a Superliga - revela a central, que já disputou edições do principal torneio entre clubes do Brasil por times como Banespa e Brusque, e foi eliminada na primeira fase dos playoffs da temporada deste ano, com a camisa do Mackenzie.
Fora das quadras, a gaúcha defende seu estado no concurso Miss Mundo Brasil 2013, que definirá a representante brasileira na próxima edição do Miss Mundo. A altura de Luciane - 1,85m - é um dos fatores que beneficiam a jogadora nas duas carreiras. Ela atingiu 1,78m com apenas 11 anos e, desde então, passou a despertar o interesse dos clubes de sua cidade natal. Mas a paixão pelo esporte sempre conviveu com o interesse pelas passarelas. No entanto, a atleta tinha o receio de que sua forma física iria impossibilitar a incursão no mundo da moda, notório pela preferência por modelos muito magras.
Por insistência da mãe, Luciane se inscreveu no concurso “A Mais Bela Gaúcha”. A agenda cheia da competição de beleza mudou sua rotina de treinamentos. A jogadora perdeu massa muscular e também adotou uma nova dieta. A tentativa de consolidar o sonho de infância deu tão certo que Luciane passou a se desdobrar para se dedicar às duas atividades. Depois de participar do concurso, ela descobriu como conciliar as atividades e não prejudicar nenhuma de suas carreiras.

Sem jogar, Thomaz Bellucci sobe um posto no ranking e retorna ao Top 40

Dez primeiras posições da lista semanal da ATP continuam inalteradas.

Thomaz Bellucci tênis US Open 1r (Foto: Getty Images)

Thomaz Bellucci nem precisou entrar em quadra após ajudar o Brasil a voltar à elite da Copa Davis. Ainda assim, subiu uma posição no ranking da ATP nesta segunda-feira e voltou ao top 40. O paulista ocupa agora a 40ª posição, graças à queda do espanhol Pablo Andujar, que derrotou o brasileiro no US Open deste ano. As dez primeiras posições da lista continuaram inalteradas nesta semana.
O Brasil tem agora um novo número 2. Thiago Alves, que chegou à semifinal do Challenger de Campinas, subiu para a 119ª colocação, ultrapassando Rogério Dutra Silva, o Rogerinho, que perdeu nove posições e agora está em 127º.
O suíço Roger Federer segue tranquilo no topo da lista, com 11.805 pontos, agora acumulando um total de 297 semanas como líder. O sérvio Novak Djokovic é o segundo, com 10.470. Andy Murray, da Grã-Bretanha, vem em seguida com 8.570, e o espanhol Rafael Nadal é o quarto com 7.385.
Victoria Azarenka, da Bielorrússia, lidera o ranking feminino com 10.265 pontos. A russa Maria Sharapova vem em segundo, com 8.435. A polonesa Agnieszka Radwanska vem logo atrás com 8.295, e a americana Serena Williams está em quarto lugar, com 7.900.

Pacotão da F-1: estrela de Vettel, 'pé-frio' de Katy Perry e duelo brasuca

Sob a noite de Cingapura, no iluminado circuito de Marina Bay, jovem alemão e Massa se destacam, enquanto Hamilton e Schumi decepcionam.


vettel cingapura fórmula 1 pódio (Foto: AP)
O GP de Cingapura é o único noturno da temporada da Fórmula 1. E sob as milhares de lâmpadas que fizeram a noite (manhã no Brasil) virar dia no circuito de rua de Marina Bay neste domingo, algumas estrelas reluziram, enquanto outras se apagaram. Primeiro, foi a vez da cantora Katy Perry desfilar simpatia e beleza no paddock. Ela foi a grande atração do “F1 Rocks”, evento musical que acompanha a categoria máxima do automobilismo mundial. Na corrida, brilhou Sebastian Vettel (RBR). A vitória caiu em seu colo quando a sorte virou as costas para Lewis Hamilton, que abandonou com problemas em sua McLaren. Será que foi o pé-frio de Katy? Antes da prova, a californiana fez questão de tietar justamente o carro do pole position.
E a estrela de Felipe Massa ameaçou ser ofuscada no início da prova, quando foi atingido por Vitaly Petrov (Caterham) na largada, mas depois brilhou intensamente. Após ter sido jogado para o fundo do pelotão em razão de um pneu furado, fez uma bela corrida de recuperação – com direito a um duelo brasuca com Bruno Senna – e completou a prova em oitavo.